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Contextualize o momento do seu consumidor

9 nov

Entender a jornada do consumidor, quais são as suas intenções, dúvidas, possíveis barreiras nos momentos em que ele está se decidindo por comprar ou não um produto muda toda a estratégia. Quando a gente entende que o caminho no digital é CONTEXTUALIZAR O MOMENTO das pessoas, tudo fica mais claro.

A Google fala de micro momentos, onde podemos analisar micro conversões para analisar a passagem do consumidor pelos níveis do Funil de vendas.

Tive algumas experiências bem bacanas nos ultimos meses com alguns clientes. Depois posto alguns exemplos. Por hora, confere o vídeo do google que fala um pouco sobre isso.

 

Construa plataformas digitais, não websites – Princípios de design do Governo Britânico

9 set

Tô num momento meio corrido, por isso parei um pouco de postar no blog (inclusive registrei um outro domínio, mas não tive tempo de migrar =/)

Nesse meio tempo, escrevi algumas cartas pro meu sobrinho no comcarinhocaetano.tumblr.com, projeto pessoal onde escrevo algumas bobagens pra lembrar daqui 5, 10 anos e registrar momentos.

No meio disso, também mudei de emprego. Então já viu né? Um mês e alguns dias no emprego novo, a gente não tem tempo nem de pensar direito. Mas enfim, vamos ao que interessa.

Buscando referências bacanas, encontrei um projeto bem legal do Governo Britânico sobre design. Nesse projeto eles tem artigos que falam sobre design para transformar uma cidade em algo melhor. Uma cidade melhor com técnicas de design, inovando em serviços públicos. Abaixo listo os princípios de design usados por lá.

 

O que mais me chamou a atenção e que resume bem o meu objetivo atual é o nº 8:

8 – Build digital services, not websites
A service is something that helps people to do something. Our job is to uncover user needs, and build the service that meets those needs. Of course much of that will be pages on the web, but we’re not here to build websites. The digital world has to connect to the real world, so we have to think about all aspects of a service, and make sure they add up to something that meets user needs.

principalmente essa parte:  digital world has to connect to the real world, so we have to think about all aspects of a service, and make sure they add up to something that meets user needs.

Isso pra mim é um dos principais objetivos de qualquer projeto digital.

Pra Conferir os demais princípios:

  1. 1Start with needs*
  2. 2Do less
  3. 3Design with data
  4. 4Do the hard work to make it simple
  5. 5Iterate. Then iterate again.
  6. 6This is for everyone
  7. 7Understand context
  8. 8Build digital services, not websites
  9. 9Be consistent, not uniform
  10. 10Make things open: it makes things better

 

https://www.gov.uk/design-principles

 

Criação de Conceito

21 mar

Apresentação de Conceito criado para a plataforma NOVI.

O que é Landing Page?

3 fev

O QUE É LANDING PAGE

Com essa frase eu começo este post. Ela exemplifica muito bem a função de anúncios (qualquer um que seja – onoff) e sobre as Landing Pages. Mas afinal de contas, o que é Landing Page? Escuto muito isso de clientes e colegas de trabalho e quase que diariamente, tenho que explicar, exemplificar e mostrar o que é e pra que serve essa tal de Landing Page.

 

Vamos lá então:

O QUE É LANDING PAGE

É a página que aparece para um pessoa quando ela clica em um anúncio, link de um resultado de busca (orgânica ou links patrocinados), link em uma peça de e-mail marketing, ou qualquer tipo de anúncio. Ou seja, é a página onde a pessoa vai “aterrisar” na internet depois de clicar me um link de qualquer tipo de anúncio.

O objetivo principal não é apenas atrair o público-alvo, mas também, principalmente, realizar o objetivo de marketing da página, convertendo visitantes em usuários, de acordo com o plano estabelecido. A Landing Page deve contemplar um conteúdo que funcione como extensão do anúncio ou link clicado, para haver uma conexão nesse processo e fazer com que ele permaneça na página por tempo suficiente para realizar a ação desejada pela estratégia.

Tipos de Landing pages

Podemos ter 3 tipos de landing pages:

  1. Uma página própria/isolada – sem conexão com o website principal
  2. Hotsites isolados que focam em um público específico e resultados desejados
  3. Uma página específica profunda no site principal

Em cada tipo de landing page, cabe um tipo de estratégia. Pense, pesquise, planeje e escolha a melhor pra sua marca/cliente.

 

 

Campanha permite que você converse com “você mesmo” do futuro

2 out

Na minha busca diária por novas referências, encontrei essa incrível campanha da Orange (produzida pela agência Publicis Conseil), que permite com que cada pessoa conheça o seu próprio “EU” do futuro e converse com ele.

A campanha foi lançada em comemoração aos 20 anos da Orange e o conceito gira em torno de “viajar com a marca por mais 20 anos de história”. A marca te leva até 2034, onde você, por meio da webcam e mic do seu notebook, consegue perguntar a si mesmo como está o tempo, quais são os seus sonhos ou como anda o amor depois de duas décadas.

O projeto utiizou o Knect (da microsoft) e um software de movimentos faciais, chamado Facesshift, pra gravar atores dando as respostas mais comuns. Quando a seu rosto é “capturado” pela webcam, um “face-tracking”, chamado CLM, detecta a estrutura do seu rosto, como olhos, nariz e boca e posiciona em um modelo 3D. Como se fosse uma projeção de você mesmo, daqui a 20 anos.

Segundo a agência que produziu a campanha, o site já teve 350,000 visitas em uma semana. Fantástico.

orange 1

 

E esse foi o resultado:

orange 2

Fiz o teste e confesso: eu não achei muito parecido comigo, até por que, cabelo faz toda diferença e, no caso de mulheres, os bonecos 3Ds ficam com o cabelo curto. Mas achei incrível a forma e conceitos da campanha. Muito bem executada, por sinal.

Existe também a possibilidade de fazer um upload de uma foto e criar a mesma projeção em 3D.

E tem mais: a campanha não só faz uma projeção de você mesmo, como também de tendências do futuro.

Olha só que bacana:

Perguntei sobre a medicina:

orange 3

Perguntei sobre compras

orange 5

Perguntei sobre Cinema

orange 4

Bom, além de um conceito muito bacana, a experiência que tive com a marca foi fantástica.

Pra quem quiser se divertir e testar: clique aqui

Crie valor. Seja útil. Seja RELEVANTE.

25 set

RELEVANCIA

Soa meio clichê falar em relevância no digital/social, mas quero compartilhar um ponto de vista com vocês.

Criar relevância é fazer com que a marca saia da sua zona de conforto (seu domínio) e entre dentro do contexto das pessoas. Isso cria valor e significado.

Um exemplo, bobo : Este ponto de ônibus no Parque do Ibirapuera em São Paulo.

ponto de onibus pq ibirapuera

DOMÍNIO DA MARCA:

Dentro da zona de conforto dos designer que criaram esse ponto de ônibus, ele é lindo, todo de vidro, o usuário de ônibus consegue ter uma visão ampla de tudo e, no papel, ele seria PERFEITO.

CONTEXTO DAS PESSOAS

Mas e na prática? E no contexto dos “consumidores”, cidadãos? Ele não tem relevância nenhuma e até causa uma certa irritação. Ele não te protege do sol, da chuva, ele deixa quem está ali totalmente vulnerável a qualquer tipo de violência, tem pouco banco pra sentar e enfim, ele não cria significado e nem relevância pra ninguém.

Da mesma forma, pense no estratégia/conteúdo que a sua marca insere no social/digital. Crie valor. Seja útil. Seja RELEVANTE.

exemplo tirado do S+ Bootcamp – Redes Sociais com Ana Laura Mello 

O Twitter morreu mesmo? Acho que não.

25 set

Fala-se muito em O TWITTER MORREU.

Mas será que isso é realmente verdade? Eu particularmente acredito que não. Se realmente fosse verdade, não haveriam records a serem quebrados na Copa do mundo no Brasil, por exemplo.

Copa do Mundo de 2014 bate recordes históricos nas redes sociais - Notícias - UOL Copa do Mundo 2014 2014-09-25 09-47-47

Olhar Digital- Copa do Mundo gera recordes nas redes sociais 2014-09-25 09-48-27

fontes: olhar digital e uol

Eu uso bastante a plataforma e tenho vários amigos que também usam. Talvez como uma forma de mini diário, de mini divã pra reclamar de alguma coisa ou pra saber das últimas notícias do mundo. Mas como inserir a sua marca dentro de uma plataforma que tem usuários tão peculiares? Onde a ZUERA REALLY NEVER ENDS? Onde, pra ser escutado, eu acredito que, sua marca tenha que escutar e se relacionar com o usuário (e não com o consumidor) no modo mais claro do que isso possa significar pra você.

Acredito que o desafio de fazer com que a sua marca use o twitter de forma estratégica seja ainda mais difícil do que utilizar o Facebook, por exemplo. NÃO. EU NÃO ESTOU FALANDO DE MARCAS FAZENDO PIADINHAS, RESPONDENDO ENGRAÇADINHO, OU FAZENDO BATALHA DE RIMAS. Isso pra mim não é estratégia. São casos esporádicos onde o community manager teve uma (as vezes) boa sacada de como responder um usuário qualquer.

Estou falando de criar uma estratégia para usar o twitter de uma forma diferente, que realmente faça o usuário querer te dar um follow, conversar com a sua marca e se identificar com seu conteúdo.

Hoje eu achei uma marca que faz isso. E MUITO BEM.

A Remix Social Ideas  (agência que se você trabalha com digital/social tem a obrigação de conhecer) tem uma estratégia diferente e ao mesmo tempo super bacana. A estratégia é mostrar o knowhow da agência pra seus clientes/prospects (e nós do mercado), dando dicas, conselhos, mas utilizando o que há de mais lindo nessa internet: GIFS.

Todos os tweets tem uma frase sobre social/digital + um gif que ilustra isso.

Olha que sensacional.