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Construa plataformas digitais, não websites – Princípios de design do Governo Britânico

9 set

Tô num momento meio corrido, por isso parei um pouco de postar no blog (inclusive registrei um outro domínio, mas não tive tempo de migrar =/)

Nesse meio tempo, escrevi algumas cartas pro meu sobrinho no comcarinhocaetano.tumblr.com, projeto pessoal onde escrevo algumas bobagens pra lembrar daqui 5, 10 anos e registrar momentos.

No meio disso, também mudei de emprego. Então já viu né? Um mês e alguns dias no emprego novo, a gente não tem tempo nem de pensar direito. Mas enfim, vamos ao que interessa.

Buscando referências bacanas, encontrei um projeto bem legal do Governo Britânico sobre design. Nesse projeto eles tem artigos que falam sobre design para transformar uma cidade em algo melhor. Uma cidade melhor com técnicas de design, inovando em serviços públicos. Abaixo listo os princípios de design usados por lá.

 

O que mais me chamou a atenção e que resume bem o meu objetivo atual é o nº 8:

8 – Build digital services, not websites
A service is something that helps people to do something. Our job is to uncover user needs, and build the service that meets those needs. Of course much of that will be pages on the web, but we’re not here to build websites. The digital world has to connect to the real world, so we have to think about all aspects of a service, and make sure they add up to something that meets user needs.

principalmente essa parte:  digital world has to connect to the real world, so we have to think about all aspects of a service, and make sure they add up to something that meets user needs.

Isso pra mim é um dos principais objetivos de qualquer projeto digital.

Pra Conferir os demais princípios:

  1. 1Start with needs*
  2. 2Do less
  3. 3Design with data
  4. 4Do the hard work to make it simple
  5. 5Iterate. Then iterate again.
  6. 6This is for everyone
  7. 7Understand context
  8. 8Build digital services, not websites
  9. 9Be consistent, not uniform
  10. 10Make things open: it makes things better

 

https://www.gov.uk/design-principles

 

Criação de Conceito

21 mar

Apresentação de Conceito criado para a plataforma NOVI.

O que é Landing Page?

3 fev

O QUE É LANDING PAGE

Com essa frase eu começo este post. Ela exemplifica muito bem a função de anúncios (qualquer um que seja – onoff) e sobre as Landing Pages. Mas afinal de contas, o que é Landing Page? Escuto muito isso de clientes e colegas de trabalho e quase que diariamente, tenho que explicar, exemplificar e mostrar o que é e pra que serve essa tal de Landing Page.

 

Vamos lá então:

O QUE É LANDING PAGE

É a página que aparece para um pessoa quando ela clica em um anúncio, link de um resultado de busca (orgânica ou links patrocinados), link em uma peça de e-mail marketing, ou qualquer tipo de anúncio. Ou seja, é a página onde a pessoa vai “aterrisar” na internet depois de clicar me um link de qualquer tipo de anúncio.

O objetivo principal não é apenas atrair o público-alvo, mas também, principalmente, realizar o objetivo de marketing da página, convertendo visitantes em usuários, de acordo com o plano estabelecido. A Landing Page deve contemplar um conteúdo que funcione como extensão do anúncio ou link clicado, para haver uma conexão nesse processo e fazer com que ele permaneça na página por tempo suficiente para realizar a ação desejada pela estratégia.

Tipos de Landing pages

Podemos ter 3 tipos de landing pages:

  1. Uma página própria/isolada – sem conexão com o website principal
  2. Hotsites isolados que focam em um público específico e resultados desejados
  3. Uma página específica profunda no site principal

Em cada tipo de landing page, cabe um tipo de estratégia. Pense, pesquise, planeje e escolha a melhor pra sua marca/cliente.

 

 

O que antes era experiência, hoje é engajamento

21 jan

Pra gente entender de vez qual é o real significado de engajamento, aqui vai um exemplo tirado do livro Marketing e Comunicação na Era Pós-Digital. Ele fala sobre os gestores perceberem que a mídia digital não é apenas um novo canal de comunicação e sim um novo ambiente de relação com os consumidores, que nessa relação há um componente de envolvimento e engajamento que muda TUDO.

 

“É a diferença entre fazer sexo e fazer amor, em que a mecânica pode parecer ser igual, mas o engajamento é totalmente outro.”

 

Segundo o autor, não existe mais o “compre isso” ou o “faça aquilo” descontextualizado. Aquilo que considerávamos presente já virou passado, e o que era futuro já é presente. Não existe mais o universo online e offline, tudo faz parte da mesma realidade onoff porque as ações no mundo físico estão intimamente ligadas aos eventos do mundo virtual.

 

Veja como os processos mudaram do mundo digital para o pós digital:

digital e ós-digital

Exemplo do conceito de Good Enough (ou Suficientemente Bom) nas mídias sociais

20 jan

blog

A minha ultima tentativa de evitar o erro, está sendo o livro do Walter Longo – Marketing e Comunicação na Era pós-digital, que foi lançado no finalzinho de 2014 e que o autor é um ícone da comunicação e do marketing pra mim. Já fui a 3 palestras dele, e em cada uma delas, saio com alguma sparkle que me faz querer ir atrás de mais.

Nesse livro ele fala sobre diferenças entre: pendência e tendência, homem do negócio e homem de negócio, urgência e prioridade, se o ótimo é realmente inimigo do bom, sempre contando uma história em um livro leve de ler e que te traz uma visão bem ampla de tais conceitos. É bem interessante.

Na parte que quero comentar, está o conceito de suficientemente bom ou good enough.
Aqui na agência lidamos com isso o tempo todo. Saber a hora certa de parar de procurar o ótimo é realmente essencial para conseguir alcançar o timming que o mundo pós-digital nos pede.

Quer um exemplo? Um post de oportunidade em redes sociais é um enorme desafio de good enough. Criá-lo engloba todas as variáveis que esse conceito tem.

O Fator tempo e o Fator impacto. Esse post tem um prazo de validade, ou seja, ele não pode demorar muito pra ser postado. E ao mesmo tempo, tem que ser impactante. Falar muito sem se extender demais.

Um ótimo exemplo de good enough nas redes sociais foi esse post da marca de chocolates Snickers (que eu AMO – melhor chocolate) na Copa do Mundo do Brasil, quando estava rolando o jogo Argentina x Itália, onde o Suárez morde Chiellini.

 

Snickers-and-Luis-Suarez

 

Pra mim esse é um ótimo exemplo que mostra a sutileza do good enough no dia a dia das agências sociais/digitais, onde as coisas acontecem em uma velocidade absurda, onde temos que ficar ligados o tempo todo no que está acontecendo no mundo, ao nosso redor, no mercado. ❤

Pra entender um pouquinho mais sobre esse conceito, sem ler o livro do Walter Longo, veja o vídeo abaixo:

 

E se não lembra da mordidona do Suárez, relembre:

Campanha permite que você converse com “você mesmo” do futuro

2 out

Na minha busca diária por novas referências, encontrei essa incrível campanha da Orange (produzida pela agência Publicis Conseil), que permite com que cada pessoa conheça o seu próprio “EU” do futuro e converse com ele.

A campanha foi lançada em comemoração aos 20 anos da Orange e o conceito gira em torno de “viajar com a marca por mais 20 anos de história”. A marca te leva até 2034, onde você, por meio da webcam e mic do seu notebook, consegue perguntar a si mesmo como está o tempo, quais são os seus sonhos ou como anda o amor depois de duas décadas.

O projeto utiizou o Knect (da microsoft) e um software de movimentos faciais, chamado Facesshift, pra gravar atores dando as respostas mais comuns. Quando a seu rosto é “capturado” pela webcam, um “face-tracking”, chamado CLM, detecta a estrutura do seu rosto, como olhos, nariz e boca e posiciona em um modelo 3D. Como se fosse uma projeção de você mesmo, daqui a 20 anos.

Segundo a agência que produziu a campanha, o site já teve 350,000 visitas em uma semana. Fantástico.

orange 1

 

E esse foi o resultado:

orange 2

Fiz o teste e confesso: eu não achei muito parecido comigo, até por que, cabelo faz toda diferença e, no caso de mulheres, os bonecos 3Ds ficam com o cabelo curto. Mas achei incrível a forma e conceitos da campanha. Muito bem executada, por sinal.

Existe também a possibilidade de fazer um upload de uma foto e criar a mesma projeção em 3D.

E tem mais: a campanha não só faz uma projeção de você mesmo, como também de tendências do futuro.

Olha só que bacana:

Perguntei sobre a medicina:

orange 3

Perguntei sobre compras

orange 5

Perguntei sobre Cinema

orange 4

Bom, além de um conceito muito bacana, a experiência que tive com a marca foi fantástica.

Pra quem quiser se divertir e testar: clique aqui

Crie valor. Seja útil. Seja RELEVANTE.

25 set

RELEVANCIA

Soa meio clichê falar em relevância no digital/social, mas quero compartilhar um ponto de vista com vocês.

Criar relevância é fazer com que a marca saia da sua zona de conforto (seu domínio) e entre dentro do contexto das pessoas. Isso cria valor e significado.

Um exemplo, bobo : Este ponto de ônibus no Parque do Ibirapuera em São Paulo.

ponto de onibus pq ibirapuera

DOMÍNIO DA MARCA:

Dentro da zona de conforto dos designer que criaram esse ponto de ônibus, ele é lindo, todo de vidro, o usuário de ônibus consegue ter uma visão ampla de tudo e, no papel, ele seria PERFEITO.

CONTEXTO DAS PESSOAS

Mas e na prática? E no contexto dos “consumidores”, cidadãos? Ele não tem relevância nenhuma e até causa uma certa irritação. Ele não te protege do sol, da chuva, ele deixa quem está ali totalmente vulnerável a qualquer tipo de violência, tem pouco banco pra sentar e enfim, ele não cria significado e nem relevância pra ninguém.

Da mesma forma, pense no estratégia/conteúdo que a sua marca insere no social/digital. Crie valor. Seja útil. Seja RELEVANTE.

exemplo tirado do S+ Bootcamp – Redes Sociais com Ana Laura Mello